Dicas de Leitura

Amor para um Escocês – Sarah MacLean

postado em Abril 09, 2018
Bom dia queridos leitores!!!! Hoje trago para vocês mais um lindo romance de época (minha paixão), primeiro livro da Sarah MacLean que eu tenho a oportunidade de ler e confesso que me apaixonei pela sua escrita, já entrou na minha lista de favoritos, pode contar com outros livros dela por aqui em breve!!!! Vem comigo conhecer a estória de amor de Lillian e Warnick!!!

Sinopse

“Se você quer romance, chame um escocês.”

Lillian Hargrove viveu sozinha por anos, reclusa, ansiando por amor e companhia. Desiludida de que todos os seus sonhos pudessem um dia se tornar realidade, a mais bela jovem da Inglaterra se envolve com um artista libertino e mentiroso, que promete amá-la para sempre e implora para que ela pose como sua musa para um escandaloso retrato.

Encantada pelo carinho e pela admiração que recebe dele, Lily aceita a proposta e se entrega de corpo e alma ao homem mais falso de Londres, mas fica exposta para toda a Sociedade, tornando-se motivo de piada e vergonha.

A jovem, entretanto, não esperava que um bruto escocês, recentemente intitulado Duque de Warnick e nomeado seu guardião, atravessasse a fronteira da Inglaterra para impedir que a ruína a alcançasse.

Warnick chega em Londres com um único objetivo: casar sua protegida – que é bonita demais –, transferindo o problema para outra pessoa, e, em seguida, voltar à sua vida tranquila na Escócia, longe daquele lugar odioso que é Londres.

O plano parece perfeito, até Lily declarar que só se casaria por amor, e o duque escocês perceber que, aparentemente, há algo naquele país que ele realmente gosta…

Resenha

O romance inica-se em Março de 1829 quando uma tragédia sem explicação se abate sobre o Ducado de Warnick: Dezessete duques, para ser honesta: todos mortos em um período de duas semanas. Mas essa tragédia levou o Ducado até a porta do mais improvável dos duques: Alec Stuart, que pelo sobrenome já deu para perceber que era um escocês.

Alec é dono de cabelos castanhos, com uma aparência selvagem, medindo mais de dois metros e pesando possivelmente uns 120 quilos, muito bem distribuídos em um corpo largo e musculoso, sem um grama de gordura.

O novo Duque de Warnick não almejava o título, ele estava muito feliz vivendo no seu castelo na Escócia junto com a sua irmã mais nova, ele odiava a Inglaterra e sua regras e queria distancia de tudo aquilo, mas como não teve outra alternativa ele assumiu o titulo, mas se recusou a viver na Inglaterra, ele mantinha os empregados e as residências, e como deu para perceber depois de 17 mortes, sua fortuna e imóveis cresceu consideravelmente.

Os nobres concluíram que não valia a pena desperdiçarem tempo ou energia com O Duque Postiço. Afinal, o décimo sétimo na linha de sucessão não era um duque de verdade. Essa visão a seu respeito agradava bastante a Alec Stuart, escocês orgulhoso, e ele retomou sua vida sem pensar mais nas obrigações do título. Como não era nenhum monstro, administrou suas imensas propriedades com grande cuidado, garantindo que as pessoas que dependiam das terras ducais vivessem bem e com prosperidade. Mas ele evitava Londres, acreditando que enquanto a Inglaterra o ignorasse, ele poderia ignorar a Inglaterra. E a Inglaterra de fato o ignorou, até o momento em que não pôde mais desviar a atenção dele. Até o momento em que uma carta chegou, revelando que, além das propriedades, dos criados, das pinturas e tapeçarias que ele tinha herdado, além do título que ele não pretendia usar, o Duque de Warnick havia herdado algo mais. Uma mulher.

Em Abril de 1834 o caminho de Warnick se cruza com o de Lilian Hargrove, a tal mulher citada acima, sua pupila, que infelizmente se meteu em um escândalo sem proporções, que obrigou o duque a sair da Escócia e ir para a detestável Inglaterra.

Lillian Hargrove, 23 aninhos, era a mulher mais linda da Inglaterra, pele de porcelana, as feições absolutamente simétricas , as maçãs do rosto altas, os lábios carnudos, as orelhas bem desenhadas e o nariz, belo e reto, que evocava o melhor da escultura clássica. Some-se a isso o cabelo ruivo, que não era exatamente vibrante, mas de uma tonalidade dourada que lembrava o mais celestial dos crepúsculos, e os olhos cinzentos como uma tempestade de verão.

Ela era linda, a mais linda moça da Inglaterra, mas não tinha título, posição social nem dote. Apesar de sua beleza, Lily vivia sozinha e ignorada pelo mundo, três vezes órfã: Primeiro do pai, um administrador de terras, depois perdeu uma série de guardiães ducais que tiveram uma morte súbita e por fim totalmente ignorada pelo duque atual.

Em sua solidão, Lily se acostumou a ser invisível. Por isso, quando Derek Hawkins reparou nela – quando a fitou com a força plena e deslumbrante de seu olhar –, a moça se apaixonou no mesmo instante.

Junte a carencia afetiva com um canalha da pior espécie, sim o resultado só poderia ser um escândalo, e assim o foi, Hawkins era um artista, pintor e ator, que só pensava em si mesmo e na sua glória, quando ele convenceu Lily a posar para ele totalmente nua alegando que seria um quadro somente para os seus olhos a tola acreditou, afinal ela estava “apaixonada”, só que o quadro não ficou no anonimato e quando começou a Exposição na Academia Real de Londres de seria exposto em apenas uma semana todos os que quisessem ver a obra-prima.

Mas apesar do Lily acreditava, o atual Duque de Warnick não sabia da sua existência, muito pelo contrário, até ser notificado do escândalo da sua pupila, ele jamais tinha tomado ciência de que Lillian Hargrove existia nesse mundo, quanto mais que ele era seu tutor.

Uma pupila deveria ser o tipo de coisa que um homem precisa saber assim que se torna responsável por ela, e não no momento em que essa droga de mulher faz algo incrivelmente estúpido e acaba precisando, com urgência, de ajuda.

Alec podia odiar tudo que dissesse respeito à Inglaterra, mas não era um monstro. Não deixaria a garota ser entregue aos malditos lobos. E se aquelas lobas da casa ao lado serviam como parâmetro, era muito bom que ele estivesse ali, pois a pobre garota já estava sendo atacada pelas feras.

E foi assim que essa estória de amor começou, ele vindo a Inglaterra para salva-la de si mesma, pretendendo casa-la para que assim pudesse dar como cumprida a sua missão e pudesse voltar para sua amada Escócia e viver a sua vida… Mas…
Ele queria mostrar a Escócia para ela, queria observá-la sentindo na pele o borrifo do Rio Forth, no estuário, pela primeira vez. Ele queria estar com ela nas Highlands e sentir o perfume dela até os aromas de urze, murta e Lily estarem entrelaçados para sempre. Ele queria deitá-la em seu xadrez, sobre um gramado ensolarado, e fazer amor com ela sob as montanhas e o céu até Lily gritar seu nome. Ele queria envelhecer com ela, enchendo os aposentos do seu torreão com bebês felizes, e os bebês dos bebês, que calçariam aqueles sapatinhos vermelhos que ela mantinha escondidos do mundo. Mas ele não servia para ela.
Chega de Spoilers!!!! A obra vale a sua leitura na integra, eu me apaixonei e viajei pelas suas páginas, portanto recomendo a leitura sem medo de ser feliz!!!!
Amor para um escocês possui apenas 288 páginas e foi lançado em março de 2017!!!!
Sarah MacLean Passou grande parte de sua infância entre os livros da biblioteca de sua cidade, onde desenvolveu a paixão por história e um compromisso para com o gênero romance.
O seu amor por todos os fatos históricos a ajudaram na sua formação em História e Antropologia Cultural no Smith College, e Educação na Universidade de Harvard, antes de se mudar para Nova York, onde finalmente escreveu o seu primeiro livro. Desde então, os romances de MacLean tem sido best-sellers no The New York TimesUS Today , traduzidos em mais de uma dúzia de idiomas, e indicados para vários prêmios.
MacLean estourou com o livro Nine Rules to Break When Romancing A Rake , seu primeiro best-seller aclamado pela crítica, e sua primeira série de três livros. No início de 2012, lançou sua nova série pré-vitoriana, Rules of Scoundrels , com o livro A Rogue by Any Other Name , que recebeu em 2013 o Prêmio RITA (Romance Writers of America). O terceiro livro da série, No Good Duke Goes Unpunished , ganhou o RITA Award em 2014.
Quando não está escrevendo um romance, Sarah viaja pelo país para discutir sua posição nos estudos culturais e do gênero. A autora é colunista no jornal americanoThe Washington Post , e suas colunas têm aparecido noThe New York Times, Book Reviews e Parents Magazine . Ela também é defensora das questões relativas à educação e alfabetização. Sarah vive em Nova York com o marido, a filha, o cachorro e uma coleção gigantesca de romances.

E este foi o Post de hoje!!!!! Obrigado pela visita e até a próxima!!!!

 

 

Fernanda Tusutiya
Fernanda Tusutiya

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