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Entre a ruína e a paixão – O Clube dos Canalhas – Terceiro Livro – Sarah MacLean

postado em novembro 29, 2018
Bom dia meus queridos leitores!!!! Hoje trago mais uma resenha da maravilhosa Sarah MacLean!!! Agora é a vez de contar a estória de amor de Temple e Mara!!! Vem comigo!!!!

Sinopse

Uma noiva desaparecida na véspera de seu casamento. Um poderoso duque acusado de assassinato. Uma noite que mudou duas vidas para sempre. Temple viu seu mundo desmoronar quando acordou completamente nu e desmemoriado em uma cama repleta de sangue. Destituído de seu título e acusado de assassinato, o jovem duque foi banido da sociedade. Doze anos depois, recuperado em sua fortuna e seu poder como um dos sócios do cassino mais famoso de Londres, sua redenção surge quando a única pessoa que poderia provar sua inocência ressurge do mundo dos mortos. Após doze anos desaparecida, Mara Lowe se vê obrigada a reaparecer quando seu irmão perde toda a fortuna da família nas mesas do cassino do homem cuja vida ela arruinou. Temple quer provar a todos que é inocente e, sobretudo, se vingar e destruir a vida daquela mulher, enquanto Mara precisa enfrentar o passado para recuperar seu dinheiro. Assim, os dois firmam um acordo obsceno que os une em um jogo de poder e sedução. Mas ambos descobrem que a realidade esconde muito mais do que as aparências revelam e eles se veem em uma encruzilhada na qual precisam escolher entre lavar a honra do passado e garantir o futuro ou ceder ao desejo de se entregarem de vez à irresistível atração que sentem um pelo outro, mas que pode arruiná-los para sempre.

Resenha

Whitefawn Abbey, Devonshire Novembro de 1819

Neste romance Sarah MacLean começa a sua narrativa com uma cena inusitada: o nosso protagonista o Marquês de Chapin – William Harrow acorda em um quarto que não reconhece e em uma cama coberta de sangue…

Mas antes de dar continuidade aos relatos deste dia fatídico, vamos conhecer um pouco sobre os nossos protagonistas:

William Harrow, Marquês de Chapin e herdeiro do ducado de Lamont, era muito rico, nobre, privilegiado e atraente, com mais de 1,80m de altura, olhos negros como a noite, e um corpo magnífico, um sorriso fácil e uma alma cordial, neste dia ele era um jovem que só pensava em buscar tudo que ele tinha direito por natureza, a companhia de uma bela mulher em sua cama e saciar todas as suas vontades, mas isso não acabou nada bem e aquela noite mudou toda a sua vida da água para o vinho…

Mara Lowe tinha cabelos castanhos arruivados, uma boca feita para o pecado, ela era mais alta que as outras mulheres da sociedade, possuia um corpo cheio de curvas,  e acima de tudo tinha um sorriso que  fazia pensar em inocência e pecado ao mesmo tempo e quase estava esquecendo de um dos seus atributos mais marcantes – seus olhos: um era azul como o mar do verão, e o outro era quase verde.

Na noite fatídica que eles se conheceram e se “envolveram” ambos eram jovens e tolos, ele pensando ser um rei e ela com um plano absurdo buscando sua liberdade, fugindo do seu futuro: um casamento com o Duque de Lamont (três vezes mais velho do que ela).

“A dona do tal quarto e da cama que relatei acima é de ninguém menos que a Srta. Mara Lowe, filha de um rico financista, com um dote grande o suficiente para pegar um duque. Srta. Mara Lowe, que em breve seria a Duquesa de Lamont. Sua futura madrasta.”

Acredito que vocês imaginam como foi o desenrolar da estória: William acorda naquele quarto em uma cama toda ensanguentada, descoberto por uma empregada que começa a gritar e foi assim que ele foi exilado da sua família,  do seu título,  da sua riqueza, só não foi morto ou algo do tipo, pois a cama era a ensanguentada, mas não havia corpo, ele nunca foi achado, mas isso não impediu a sua ruína.

Londres – 12 anos mais tarde

Mas o Duque de Lamont, conhecido pelos cantos mais sombrios de Londres como Temple, lutava por paz. Ele lutava por aquele momento em que não se é nada além de músculos e ossos, movimento e força, destreza e fintas. Pelo modo como a brutalidade bloqueava o mundo ao redor, silenciando o alarido da multidão e as lembranças de sua mente, deixando-o apenas com sua respiração e sua força. Ele lutava porque, ao longo de doze anos, era somente no ringue que ele conhecia a verdade de si mesmo e do mundo. A violência era pura. Todo o restante era maculado. E esse conhecimento fez dele o melhor que havia.

E foi assim que William se tornou Temple, um dos donos da lendária casa de jogos – Anjo Caído, o lutador que nunca perdia uma luta no ringue…

O poder de sedução do Anjo Caído era intenso, construído sobre dezenas de milhares de libras apostadas todas as noites, firmado sobre a promessa de vício e pecado que atraía ao bairro de Mayfair, ao cair da noite, homens nobres de riqueza incomparável, que ficavam lado a lado e assim descobriam suas fraquezas ao som do marfim rodopiando, dos sussurros do feltro verde e dos giros do mogno. E depois que tinham perdido tudo nos reluzentes e brilhantes salões de cima, o último recurso desses cavalheiros era o salão que os aguardava abaixo do cassino – o ringue. O submundo em que Temple reinava.

Mara se vê obrigada a se revelar na frente de Temple, pois seu irmão perdeu todo o dinheiro da família na jogatina e como Temple se recusa a lutar com seu irmão, ela oferece um acordo, limpar o seu nome em troca do perdão da dívida… o que você faria nesse caso??? Ele ficou muito “P” da vida, ele realmente acreditava que tinha matado aquela mulher, ele se puniu por todos aqueles anos… pois para seguir com os seus planos, Mara drogou Temple e ele simplesmente não lembrava nadinha dos acontecimentos, a única lembrança que tinha era de uma mulher linda como o pecado,  com seios maravilhosos,  cachos ruivos e um par de olhos sedutores: um azul e  outro  verde, mas até essa lembrança ele achava que fosse um sonho e não uma realidade…

Furioso ele aceitou o acordo, mas ele queria vingança,  ele queria destruí – lá, assim como ela destruí – o… Mas ele deveria ter feito isso naquela hora, em vez disso ele deu a oprtunidade de conhece – lá, de saber sua estória,  e cada segundo que ele passava perto dela tornava a vingança mais improvável!!!

Entre a ruína e a paixão é um livro envolvente, que te prende desde a primeira linha, eu me emocionei,  me diverti, sonhei com o desenrolar desse romance e só posso recomendar a sua leitura sem medo de ser feliz.. Você vai se apaixonar por esse Duque Assassino e essa mulher guerreira, que nos cativa com cada ato, com cada palavra!!!! O livro possui 304 páginas e foi lançado em janeiro de 2016 pela Editora Gutenberg.

“Isto não é bem um romance”, Mara retrucou. Em um romance, ela seria uma donzela perfeita e linda, com um passado tão imaculado quanto sua pele alva. E ele seria um belo duque atormentado. Bem, essa última parte até parecia com a vida real.

 

Sarah MacLean passou boa parte da infância em meio a livros e bibliotecas, o que lhe inspirou o amor tanto por fatos históricos quanto por romances ficcionais. Formada pela Smith College e pela Universidade de Harvard, ambas em Massachusetts, foi quando se mudou para Nova York que Sarah finalmente decidiu unir suas maiores paixões e escrever o primeiro livro. Desde então, suas obras já entraram na lista de mais vendidos do The New York Times, do The Washington Post e do USA Today, além de terem sido traduzidas para mais de vinte idiomas.

Vencedora do prêmio RITA na categoria Romances de Época, Sarah MacLean também é colunista do The Washington Post. Ela ainda mora em Nova York, com o marido e a filha.

 

E este foi o Post de hoje!!!! Obrigado pela visita e até a próxima!!!!

 

Fernanda Tusutiya
Fernanda Tusutiya

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